O paraíso das guitarras

06.05.2007

Antes que passe mais de uma semana sem escrever, vou tentar colocar este cara em dia.

Dia 6, domingo, foi o dia de passear nas lojas que não conseguimos ir no sábado. E, a primeira parada tinha que ser na loja de guitarras: Guitar Center. O lugar é sensacional. Tirei algumas fotos pra mostrar as guitarras que têm por lá. Prestem atenção nos preços das coisas. E digo uma coisa, essas guitarras mais caras estão prá lá de surradas, mas devem ter pertencido a algum cara que já morreu e foi muito fodão. Claro que tem os equipamentos mais modestos, por menos de $1000, para nós, mortais.

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Acabei comprando meu Wah-wah por $40.00, além de um reverb da echo-park, tão bom quanto um Boss mas quase a metade do preço. Mas você tem que se controlar pra não fazer besteira num lugar desses. Dá pra torrar tudo o que você ganha em equipamentos nesse lugar, desde pedaleiras até mini-estúdios, passando por cordeamentos e cabos que fazem você se sentir um bosta. Não é a toa que é tão fácil brotar essas bandas “geração MTV”. Com todo esse equipamento à disposição os caras tem mais é que tocar decentemente. Apesar de que, já ouvi dizer que a moçada aqui nem toca tudo isso. É mais fama mesmo.

Bom, saindo de lá fomos dar uma volta em outros lugares, tentar achar o tal do CBGB, o bar onde os Ramones começaram tocando. Basicamente fomos parar em East Village, o lugar mais Gay que eu já vi. De fato, o bairro em si é muito massa, com prédios e lojas em arquitetura colonial. Droga, o que me lembra que não tirei fotos do lugar. Mas eu volto lá. O fato de ser gay é a liberdade com que a moçada desse time anda na rua, de mãos dadas e abertamente. É tanto viado que você não consegue se acostumar. Segundo nossa guia aqui, ela nem nota. Deve ser isso que os caras aqui chamam de achar natural. Sei lá. Pra mim não.

Pra variar, depois de andar quilômetros e mais quilômetros, não achamos a porra do bar. Rumamos então para a J&R, a loja do paraíso dos nerds, com porcarias eletrônicas de todos os tipos. Da mesma forma que em outras lojas, dá vontade de sair gastando, mas desta vez eu me contive e não tirei as mãos do bolso. Apesar da quantidade de mouses sem fio, teclados sem fio, memórias, pen drives e o diabo a quatro, tive que me segurar. Mas acho que vou voltar lá.

Na volta passamos por Chinatown, o que não foi difícil de deduzir. Todo mundo fala chinês nesse lugar. É uma espécie de muambódromo feito por chineses. Você se sente num jogo de ping-pong com toda essa moçada falando igual e te vendendo as mesmas coisas (fones de ouvido, filmes piratas, etc). Nada de útil mesmo, mas vale a pena dar uma olhada.

O passeio acabou por aqui. Apesar da pouca descrição, andamos pra caralho. Mesmo. Tanto quanto no dia anterior. Se isso virar um hábito vou virar atleta.

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