Kirk, seu taradão

Sempre que acabo trabalhando em casa aproveito pra poder assistir Star Trek na TV. Passa no Space e, bom, eu sou fã. Não sou trekkie, mas sou fã sim. O bacana é que dá pra assistir na seqüência primeiro Next Generation (as 11h) e logo depois a série antiga.

Bom, com o Thales mesmo já falou uma outra vez, a série antiga é tosca mesmo. Não vou nem comentar a questão tecnológica e os efeitos especiais, mas o duro mesmo é a postura canastrona do William Shatner. No episódio de hoje (esqueci o nome) eles chegam num planeta igual à terra, aliás, idêntico até em massa e área, mas devastado por uma espécie de praga. Eles acabam encontrando uma jovem, de uns 20 e poucos anos, escondida numa casa, notavelmente imune à tal praga que começa a afetar os membros da Enterprise.

Mas como eu havia dito, o engraçado mesmo (ou tosco) é a postura do capitão. Ele encontra a menina, nitidamente transtornada, provavelmente cresceu sozinha cercada de gente morrendo e tal, e com uma mentalidade de uma menina de 5 ou 6 anos. E nem por isso o cara perdoa. Uma hora ele pergunta:

– Qual seu nome ?

– Miri

– Que nome bonito para uma bela jovem (olhar de lobo-mau).

Se fosse hoje, esse episódia rendia uma semana de reportagem nos jornais, além de um comentário da Oprah e o David Letterman falando sobre como o seriado devia ser proibido de exibição.

2 thoughts on “Kirk, seu taradão

  1. Finalmente entendi como vc arranjava tempo pra fazer tudo que vc fazia. Já sabia que vc fazia mais de uma coisa ao mesmo tempo, tipo conversar com a esposa enquanto programava, mas agora entendo: vc trabalha enquanto estuda, vê star trek, faz exercícios e ainda um lanchinho porque ninguém é de ferro 😉

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