Exames médicos

Bom, pra começar estou realmente atrasado para este post. Deveria ter feito isso quando as coisas ainda estavam na memória, mas com a data de irmos chegando cada vez mais próxima, fiquei deixando pra depois e conseqüentemente caía na velha história do “preciso encontrar tempo pra isso”. Finalmente, dia do trabalho, feriado nacional, quinta-feira chuvosa, momento ideal pra escrever. Vamos à maratona.

Recebemos nosso comunicado dos exames dia 10.04, mas por diversos motivos alheios à nossa vontade só marcamos nossos exames para dia 25.04. Como de praxe aqui em Curitiba fomos ao Instituto Forlanini, único local com um médico credenciado pelo consulado do Canadá aqui na cidade para fazer os exames. Como tínhamos várias coisas pendentes, resolvemos aproveitar o dia para fazer tudo o que tínhamos pendentes além dos exames.

Bom, nosso exames estava marcado para as 8h30 da manhã. Chegando ao instituto exatamente as 8h29. Fui à recepção enquanto a Márcia e o Matsuru esperavam sentados. A recepcionista me pediu então cópia dos nossos passaportes, 2 fotos 5×7 de cada um de nós e que eu preenchesse um formulário com algumas informações pessoais. Ao fim fomos encaminhados para tirar chapas de raio-x de tórax. O Matsuru ficou dispensado do exame por causa da idade (não sei a idade mínima. melhor ligar lá e confirmar).

Enquanto a Márcia fazia o exame dela, nós dois fomos chamados para uma pré-entrevista com a auxiliar do Dr. Benito Gusso. Muito simpática, Heloísa, ela nos atendeu em uma sala separada onde nos fez várias perguntas pertinentes ao nosso estado de saúde, incluindo de havíamos alguma cicatriz, se tivemos alguma doença e se havíamos feito alguma cirurgia.

Neste momento vale um comentário. Não é segredo nenhum para quem me conhece que passei por uma
cirurgia de apêndice quando tinha em torno de 14 anos e que me rendeu uma Hepatite C e um tratamento bem sucedido após alguns anos. Bom, como uma das perguntas era pertinente ao fato de eu ter ou não contraído algum tipo de hepatite, achei justo ser honesto e contar que havia tido essa doença, mesmo que atualmente não tenha mais sinal algum dela. Mesmo sabendo que poderia omitir esse episódio do médico, achei melhor seguir meus princípios e contar a verdade. Isso nunca fez mau a ninguém.

Bom, continuando. Após conversamos por alguns minutos com o Dr. Benito, que demonstrou ser muito simpático e atencioso, ele recomendou que, além dos exames normalmente solicitados pelo consulado que nós três fizéssemos também exames para Hepatite B, por questão de precaução. Segundo ele mesmo, o escritório em Trinidad pode ser bem exigente nesse ponto e para evitar qualquer mau-entendido com eles, essa solicitação seria mais por motivos de precaução.

Feitos os exames, recebi um comunicado da Heloísa ontem, dia 30.06, informando que o resultado das minhas transaminases estavam ligeiramente alterados e que o Dr. Benito aconselhava uma consulta com um especialista credenciado do consulado para  averiguar a situação.  Por via das dúvidas pedi à minha médica um laudo completo do meu tratamento para levar nesse médico indicado para investigar minha situação. Já sei antecipadamente que ele não vai encontrar nada de novo, mas “se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação…”

Resultado da brincadeira até o momento: R$ 1.300 e uns quebrados em exames e consultas. É, tá doendo até agora, mas a esperança continua, companheiro. A ansiedade continua em ritmo controlado, mas nada que a escalada e um xarope de maracujá não resolvam.

To be continued…

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