| Alfa-Interferon Peguilado |
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Os alfa-interferons peguilados são produzidos ao anexar uma grande molécula solúvel em água chamada polietileno glicol (ou PEG) a uma molécula de alfa-interferon. Esse processo aumenta o tamanho do interferon em si, o que permite que ele seja absorvido pelo organismo de forma mais demorada.
O uso dessa técnica também ajuda protejer a molécula de interferon de ser quebrada pelas enzimas do organismo. Uma vantagem do maior tempo de vida no corpo (chamado de meia-vida) é que a droga não tem ser tomada com freqüência. O tratamento convencional requer a injeção de alfa-interferon três vezes por semana, contra apenas uma vez do peguilado. Estudam indicam que o alfa-inteferon peguilado são mais eficientes na produção de uma resposta em pacientes com hepatice C crônica do genótipo 1, que em outros tipos. Atualmente existem dois tipos de alfa-interferons peguilados: o peginterferon alfa-2a e o peginterferon alfa-2b. Embora ambos sejam eficientes no tratamento, existem diferenças no tamanho, no tipo de peguilação, na meia-vida, na eliminação pelo organismo, e na dosagem. Uma maior diferença entre esses dois interferons peguilados está na dosagem. A dose do pegintron alfa-2a é a mesma para todos os pacientes, dependendo do peso e altura. A dosagem do peginterferon alfa-2b é individualizado baseado no peso da pessoa. A terapia baseada no alfa-interferon não é ideal para todos os pacientes com hepatite C crônica. Este tratamento está associado com sérios efeitos colaterais, incluindo riscos na gravidez, desordem mentam e suicídio, problemas circulatórios e em outros órgãos do corpo. É importante discutir a eficácia deste tratamento em contra partida com os efeitos colaterais. |
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