Hepatite C
Fatores de Risco
Transfusão de Sangue | Transfusão de Sangue |
|
|
|
|
Antes de 1992, o sangue obtido em doações não era totalmente testado para a hepatite C. Na realidade, durante os anos 80, mais de 200 mil novos casos de hepatite C era diagnosticados a cada ano, com a chance de 1 em cada 100 transfusões de se contrair o vírus. Contudo, graças aos avanços na área de testes laboratoriais, em 1992 os risco de infecção foi reduzido para 1 em cada 100 mil casos. Em 2001, o risco de contrair o HCV em uma transfusão de sangue era de menos de 1 pra cada milhão de unidades.
Ainda existe o se contrair hepatite C de pessoas que receberam transfusões de sangue antes de 1992, quando o sangue ainda não passava por testes tão rigorosos. Os dados no resto do mundo são ainda muito poucos, principalmente em países em desenvolvimento, onde a pobreza ainda é fator predominante. No caso do Brasil, tendo como fonte principal de informações os Hemocentros, nota-se que a maioria destes introduziram em 1992, como rotina, os testes para a detectação do anti-HCV na triagem para as seleção de pré-doadores de sangue. Todavia, em determinadas regiões do Brasil, citando como exemplo a região Sudeste, tal rotina foi estabelecida apenas em 1990 e 1991. Algumas pessoas que receberam transfusão de sangue durante cirurgias e não tiveram conhecimento deste fato, incluindo partos cesareanos (secção em C) ou sirurgias orais, têm grandes chances de estar contaminadas. Por isso, é importante consultar um médico capacitado e pedir testes para hepatite C. |
| < Anterior | Próximo > |
|---|