| Bem Vindo ao hoshi.com.br |
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Após meses sem qualquer atualização, o hoshi.com.br volta ao ar com conteúdo remodelado, nova diagramação e uma proposta muito mais séria que a anterior. Foram meses de preparação e centenas de horas em organização e pesquisa, mas após 6 meses sem atualizações e vários anos sem qualquer conteúdo útil, o hoshi.com.br chega ao ar trazendo material renovado para seus antigos e novos leitores. Após uma total reestruturação, o site agora apresenta uma nova roupagem, apostando na criação de um portal com uma característica diferente. "Não queremos ser um mega-portal de conteúdo. Como estes já existem aos montes pelo mundo. Tampouco buscávamos ser um site pessoal ou um blog. Nosso objetivo estava entre esses dois: ser um site pessoal com conteúdo sério, levando a informação sem distorções, como ela realmente é.", assim afirmou o editor do site, Masaru Hoshi durante o lançamento do site. "Podemos não ser o melhor site de conteúdo da Internet, mas nada nos impede de tentar", afirmou o autor do site. Jogando com o modelo de participação de conteúdo aos moldes de grandes sites de notícias, o analista de sistemas afirma que seu ponto principal é contar com a participação dos leitores. Ao ser indagado sobre o tempo que manteve o site indisponível, Masaru respondeu com ironia: "Até Deus descansou após o trabalho todo. Eu só inverti a ordem". Com assunto que abragem receitas de culinária, tratamento da Hepatite C ( o próprio Masaru é portador da doença ), escalada esportiva e vários assuntos relacionados a Tecnologia de Informação, e com a assustadora média de 10.000 acessos diários conseguidos com a divulgação boca-a-boca, o site conta com a experiência de quase 15 anos em desenvolvimento de sistemas do seu autor, dos quais 8 apenas com Internet. O hoshi.com.br está ainda em fase experimental semi-operacional, mas com certeza é uma grande pedida para quem busca um novo site de informações. |
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24/11/2008,
ô zééééé
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As vezes os quadrinhos mostram como a gente é trouxa. Principalmente quando a gente faz um papel como o do Zé. Leia mais... |
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20/11/2008,
Coisas do cotidiano do Québec
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Três meses aqui já dá pra ter uma boa referência de como é viver por aqui. Não dá pra conhecer a fundo, mas já é tempo suficiente pra plantar e colher cogumelos. Enfim, a Márcia já fez isso antes e agora me sobrou um tempo fazer eu também. Vou colocar algumas coisas curiosas que notei por aqui:
É isso por enquanto. Tem mais coisas mas eu preciso trabalhar agora =) Eu conto mais coisas à medida que for lembrando. Leia mais... |
24/10/2008,
Québec e o mercado financeiro mundial
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Tá perdido sobre o mercado também?
Semana passada alguém me enviou um e-mail perguntando sobre a atual situação financeira do Québec com relação aos efeitos causados por conta da crise financeira nos E.U. Bom, o e-mail rendeu frutos e ficou bem longo. Achei interessante copiá-lo aqui porque pode ser útil para outras pessoas. Só lembrando, as coisas que escrevi aqui são resultado de pesquisas e leituras. Não sou especialista em economia nem nada afim, mas gosto do assunto e procuro ficar informado. Se alguém tiver informações/opiniões diferentes, respondam porque o assunto é interessante e bem diversificado. Como está o mercado do Québec em relação aos problemas da crise financeira mundial? Por aqui tudo anda tranquilo, até demais na verdade. O Québec sofreu sim com a c*gada dos E.-U., mas não teve grande impacto na sociedade. As três indústrias mais afetadas são a florestal, a aeroespacial e minérios (inclua nesse último a Vale do Rio Doce que entrou na hora errada por aqui). Fiquei sabendo recentemente também que o mercado petrolífero também entrou no grupo dos que apanharam bastante com isso, mas não tenho detalhes da situação. O principal aspecto que afetou as três primeiras indústrias é o fato de que o principal mercado era o estadosunidense. Contudo, mesmo com esse aspecto, o país luta para que os efeitos sejam salvaguardados pelo Governo a ponto de proteger as instituições bancárias. As pessoas esperam as conclusões das últimas eleições provinciais com otimismo. Pra te ser bem honesto não tenho acompanhado muito de perto esta parte (política), por isso não sei te dizer ao certo como está por aqui, mas só vejo o (Stephen) Harper sempre falando que tudo está indo bem (parece até o Lula falando do Brasil ser o paraíso e que nunca vai ser afetado por crise nenhuma). Não dá pra te dizer ao certo o impacto dos preços nessa época do ano, principalmente porque no inverno boa parte dos alimentos fica mais caro. Por outro lado, o combustível tem baixado bastante ultimamente. Alguns amigos insistem em dizer que isso acontece todos os anos porque, como no inverno as pessoas usam mais carro o Governo tenta forçar a baixa dos preços no sentido de favorecer a população, mas eu discordo um pouco. Acredito que isso é reflexo do retorno do valor do barril de petróleo no mercado internacional para um valor próximo ao que era praticado antes da última alta desgovernada de preços. Mercado de trabalho ainda continua aquecido. Do nosso lado (IT) sempre tem vagas pra gente especializada. Por chegar próximo ao final do ano, comércio também tem contratado bastante. Todas as semanas eu vejo anúncios novos para trabalhos temporários, mas isso deve esfriar (metafórica e meteorologicamente falando) até depois do Natal, voltando a esquentar de novo (agora só to falando do Mercado, nada do clima) por Fevereiro. E o mercado de trabalho? Sobre emprego, tem bastante coisa mesmo. Programador então, é só dizer que você programa que tem emprego, sem exageros. Claro, francês é importante, importante mesmo. Em Montreal já ouvi dizer que atualmente nem é tão importante assim, basta você ter inglês suficiente para conversação que já consegue ser empregado. Isso muda quando você vai pra outras cidades, tipo Québec (onde estou eu e minha família). Claro, tudo isso é relativo. Por aqui isso é exigência porque 90% das empresas trabalham para o Governo provincial, o que implica em ter uma boa conversação e (dependendo da sua função) escrita e técnicas de negociação também. Mas isso pode ser relativo mesmo, vai depender da empresa onde você pretende trabalhar. Opinião pessoal: estude francês. Se você vier para uma cidade onde isso é fortemente exigido, você já está garantido. Senão, francês (e inglês) SEMPRE é um diferencial para a contratação. A área de infra-estrutura também tem bastante coisa. Ao contrário do que acontece no Brasil, o governo prefere tecnologias proprietárias (Microsoft, Oracle, IBM, etc), enquanto que (algumas, não todas) empresas privadas se arriscam em tecnologias OpenSource (Linux e afins). Se eu tivesse que te indicar algo, diria pra se especializar em tecnologias Microsoft, Oracle e Java, tanto para infra-estrutura quanto para desenvolvimento. Isso sempre tem vaga por aqui. Se quiser ter uma idéia de salários, sugiro que você se cadastre no PayScale (http://www.payscale.com/) e monte seu perfil. As estimativas de lá são bem próximas da realidade, isso por experiência própria e com relatos de amigos que também trabalham na área. Leia mais... |
| Para Refletir |
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| "O Brasil é o país que tomou a pílula azul. (Vladimir Krachinski)" |