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Cultura é saúde PDF Imprimir E-mail
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Este texto não foi de minha autoria mas nem por isso deveria deixar de ser base para qualquer pessoa que reclama em estudar coisas que "não são do seu tempo" ou que não fazem parte do seu dia-a-dia. Foi escrito pelo repórter e escritor Lucas Mendes, brasileiro de opinião extremamente ácida e crítica em relação aos valores norte-americanos.

Pouca gente deve notar que esta notícia está publicada dentro da seção "Saúde" por uma razão bem simples. A razão para isso é que eu acredito piamente que cultura também é parte fundamental da saúde do ser humano. Sim, cultura. Falo de história mundial, geografia, política, economia. Isso também é cultura.

O dicionário de Direitos Humanos define cultura como sendo "todo complexo que inclui conhecimento, crença, arte, moral, lei, costume e quaisquer outras capacidades e hábitos adquiridos pelo homem como membro da sociedade." O termo passou a servir como estandarte de diversos movimentos musicais que alegam estar construindo e contribuindo com a cultura ao destruir a propriedade alheia ou ao avacalhar o que outros haviam construído antes destes. Tem ainda outras criaturas que acreditam serem elementos essenciais da cultura mundial ao divagar "canabismente" sobre a forma como "Narciso é ou foi ou ainda será", inclusive tornando-se ministro da mesma cultura que visava defender e caçoando publicamente daquela em cuja nação está.

Não vou criticar mais a opinião alheia, mesmo considerando ridícula ou sem sentido, pois acredito que todo imbecil tem o direito de ter e de defender sua opinião mesmo quando esta parece inflingir a opinião alheia (vide o imbecil que aqui vos escreve). Minha intenção original é publciar aqui um texto muito interessante que me foi enviado, escrito pelo repórter e comentarista Lucas Mendes, cuja opinião é conhecida pelas agudas alfinetadas dadas na opinião pública norte-americana.

O texto retrata muito bem o momento em que o povo desse país encontra-se hoje: abalados por uma economia instável e em vias de recessão o americano ainda não acredita viver em Roma durante a época do império e que sua nação é o centro do universo conhecido. Agraciados por tirar proveito da hora certa e do momento certo em que países recuperavam-se de um pós-guerra marcante, a mentalidade americana é muito semelhante ao que está se tornando o brasileiro de hoje em dia. Baseados em assuntos fúteis e na idealização que "quem estuda é nerd e ignorante" à cada dia vejo as pessoas tornando-se personagens daquelas comédias eróticas que tanto passavam na sessão da tarde na década de 80. Apoiados pela imagem de um presidente metalúrgico que vangloria-se do fato de não ter estudado além do primeiro grau e hoje ser governante de 190 milhões de pessoas, vejo reportagens com jovens que chegam a enfrentar professores com o argumento de que não é preciso saber nada para se alguém na vida.

De certa forma o que eles falam até que é verdade mesmo. A época em que vivemos parece saída da Idade Média onde mercadores sem qualquer educação tornavam-se emergentes respeitados pela população. Apesar dos passados mais de 700 anos desta época de ascenção burguesa hoje ainda existem (e como) exemplos de pessoas que, por uma razão ou outra, chegaram a ícone de uma sociedade sem sequer ter um conhecimento acadêmico. Não critico as pessoas que lutaram na vida e que definitivamente não tiveram oportunidade alguma de continuar aprimorando-se, mas sim ao fato de estagnar no tempo e negar-se a continuar aprendendo. Ora, vindos de uma nação recém-saída de uma ditadura militar e cuja economia interna era pouco mais que subexistente, é natural ter várias dessas pessoas cuja vida fora agraciada com a sorte, ao contrário de milhares e milhares que lutam honestamento numa rotina de sacrifício e sofrimento que mataria de inveja qualquer ciclo entrópico. É ridículo, SIM, ouvir o desprezo e o pouco caso feito com nossas vidas por aqueles que se acham melhores que nós graças à coincidência estatística que os agraciou com a vida que têm.

Sinceramente, vou parar de dar minha opinião aqui pois lembrar dessas coisas só me faz saber que ainda sou parte de uma minoria que ainda terá que muito o que ouvir nessa vida, se tudo der certo.

Febeapá Americano
Lucas Mendes 

Jay Leno, apresentador do talk show mais popular da noite, uma vez por semana vai às ruas de Los Angeles em busca da cultura americana.
As entrevistas abrangem todos os assuntos:

“Quem lutou na Guerra de Secessão?”
“França e Inglaterra, responde o entrevistado.”

Às vezes, acertam uma parte.

“Foi uma guerra civil nos Estados Unidos.”
“Quem contra quem?”
“Os brancos contra os negros.”

Os entrevistados não são balconistas sem educação. A maioria tem curso universitário e uma vez por mês, três são escolhidos para uma final no estúdio, com prêmios.

Jay Leno coloca a foto do vice-presidente Dick Cheney no telão.

“Quem é este homem?”
“Dá uma dica”, pede um deles. "Ator de cinema?"
“Não. Político." diz Jay. "O nome dele é Dick". Ninguém acerta.

Noutro programa, que está em primeiro lugar no horário nobre, o animador pergunta:

“Por US$25 mil dólares, responda: Budapest é a capital de qual país da Europa?”

“Hmmmm…Pensei que a Europa fosse um país? Não é?”

Uma exaltação à burrice dos americanos, o programa chama-se Você é mais esperto do que um estudante da quinta série?.

São crianças de 10 e 11 anos competindo com adultos, neste caso era uma celebridade, uma cantora premiada do programa American Idol.

Impossível medir se o forte da ignorância do país está na política, geografia, história ou finanças, mas nas competições internacionais, os americanos estão sempre entre os piores em matemática, ciências e leitura.

Petróleo e praia

Para combater esta ignorância/desinteresse, a rede de televisão CBS acaba de contratar dois cartunistas que explicam alguns temas mais complicados, como, por exemplo, o que é um superdelegado (delegados ‘biônicos’ que participam das convenções nacionais democratas), em forma de história em quadrinhos. Sucesso instantâneo.

Os americanos sabem localizar um país se:

1- tem petróleo e é inimigo dos Estados Unidos e, mesmo assim, trata-se de uma minoria (num estudo recente, só 23% de estudantes universitários sabiam onde ficavam Irã, Iraque, Israel e Arábia Saudita)

2- fica no Caribe e tem praias.

Muitos sabem que os vizinhos são o Canadá e o México, mas a maioria não sabe qual fica em cima.

A ignorância americana já foi tema de vários livros e estudos. O mais recente é da escritora Susan Jacobi, que responsabiliza principalmente o excesso de vídeo e a falta de leitura. Além disso, há um grande número de americanos que se orgulham de não precisar de tanta informação. O negócio é ser feliz, escreve Jacobi.

Apenas 14% da população acha que é importante falar uma segunda língua, menos de 10% dos americanos tem passaporte e um em 5 acha que o sol gira em torno da terra.

Susan Jacobi, viciada em leitura deste a infância, sempre se incomodou com a ignorância americana, mas a decisão de escrever um livro nasceu no dia do ataque às torres em Nova York.

Ela contou a jornalista Patricia Cohen, que naquela noite estava num bar ouvindo a conversa de dois homens bem vestidos, diante de uma televisão. Um deles dizia que era como o ataque de Pearl Harbor.

O outro perguntou o que era Pearl Harbor.

“Foi quando atacaram os navios americanos no golfo e começou a guerra do Vietnã.”

Para um país que gasta tanto em educação ter uma população tão ignorante e politicamente alienada pode ser engraçado nos programas de televisão e para o deboche do resto do mundo, mas tem seus perigos.

O senador Barack Obama provavelmente será o candidato do partido democrata sem jamais ter explicado os detalhes dos seus programas econômicos e de saúde. Mataria os ouvintes de tédio.

Os comícios dele oferecem muito entretenimento e pouca informação, uma fórmula parecida com a do senador George McGovern, o candidado antiguerra do Vietnã, que foi massacrado pelo republicano Richard Nixon em 72.

Ele dizia que McGovern era o candidato da anistia, do ácido e do aborto.

O liberalismo de Obama é prato feito para este tipo de campanha negativa.

A história poderá se repetir em 2008 entre McCain e Obama.

 
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10/07/2010, Festival dété 2010 Dream Theater e Iron Maiden »»

Nestes 2 anos de Québec foi meu primeiro festival; e não poderia ter sido melhor. Nosso primeiro dia de show (apesar do festival ter começado na quinta-feira) foi alucinante. Estávamos cercados de brasileiros por todos os lados, o Márcio com uma bandeirona do Brasil e a gente ali, atolado em frente ao palco mas mantendo uma distância saudável.

O dia começou como qualquer outro da semana, um calor infernal, mas com a previsão de uma tempestade antes ou depois do almoço que acabou caindo quase no fim da tarde. Parecia que ficaríamos embaixo d’água, mas a tal da “orage” caiu com violência e se foi. Apesar disso, fomos abençoados por uma bela chuva que caía e parava durante os dois shows, perfeita pra espantar o calorão de 40 e poucos graus que fizera durante a semana.

Sobre os shows, indescritíveis. Já tinha visto os Dream Theater tocando uma outra vez aqui em Québec, mas escutá-los ao vivo é sempre uma parada fenomenal. Foi exatamente 1 hora de show, eles fizeram tudo que sabem fazer e deixaram a galera pronta pros Senhores do Metal logo em seguida. Quando o espetáculo principal começou só dava pra ver braços e mãos levantadas honrando o Grande Deus Metal e gritando “Maiden! Maiden! Maiden!” ao melhor estilo de festivais. Foi nosso primeiro show do Maiden e com certeza fica pra sempre com a gente. Alucinante! Fenomenal! Metal!

E esta semana ainda tem mais. Renaissance, Jimmy Cliff, Santana, RUSH!!!

Setlists

Dream Theater :

1. As I Am
2. A Rite Of Passage
3. Home
4. Constant Motion
5. Panic Attack
6. Pull Me Under

Iron Maiden:

1. The Wicker Man
2. Ghost Of The Navigator
3. Wrathchild
4. El Dorado
5. Dance Of Death
6. The Reincarnation Of Benjamin Breeg
7. These Colours Don’t Run
8. Blood Brothers
9. Wildest Dreams
10. No More Lies
11. Brave New World
12. Fear Of The Dark
13. Iron Maiden

Biz:
14. The Number of the Beast
15. Hallowed Be Thy Name
16. Running Free

Iron Maiden and Dream Theater - Festival d'été (48 photos)
9 julho 2010, Plains d'Abrabham, Québec, QC
Concerto do Iron Maiden e Dream Theater no Festival d'été de 2010. Tournê Final Frontier. Alucinante!

Albumul poate fi vazut doar online.



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30/05/2010, Você não gosta de rendez-vous? Pense novamente »»

Uma coisa que as pessoas acham incômoda quando chegam em Quebec é o fato de marcar rendez-vous pra tudo, desde abrir uma conta no banco chegando até ao ponto de ir no cabeleireiro. Pois bem, se vocês acham isso ruim, pensem novamente. As coisas podem parecer ( e as vezes até serem burocráticas mesmo ) mas com certeza não chegam aos pés de ter que depender do serviço brasileiro. Vou relatar um breve episódio ocorrido conosco quando precisamos dos serviços do consulado em Montreal.

Antes de sair do Brasil tivemos a idéia de deixar procurações para nossas mães evitando assim o incômodo de ter que se envolver com qualquer coisa relacionada ao Brasil. Como estávamos na correria pra viajar pra cá acabamos otimizando o tempo da maneira que dava. Assim, fiz minha procuração em um cartório diferente do da minha mulher. Era pra ambas terem o mesmo conteúdo, afinal, pedimos a mesma coisa, mas por alguma razão ela ficaram diferentes. Infelizmente só ficamos sabendo disso quando precisamos utilizá-las. Minha mãe precisava de uma procuração autorizando minha mulher a vender alguma coisa. Era pra ser simples, bastava que minha sogra fosse no cartório e pedisse que redigissem a tal da procuração. Acabou que não deu certo porque a procuração que deixamos pra ela não dava direitos de assinar uma procuração praqueles fins. Resultado: tivemos que usar o consulado.

Bom, seguimos os procedimentos descritos no site do Consulado de Montréal para solicitação de procuração e entramos em contato com eles para informar que havia uma certa urgência e se existiria a possibilidade de concluir a declaração antes dos 5 dias previstos pelo site. Fomos então informados que sim mas que precisavam que enviassemos os documentos scaneados. Fizemos isso e nos enviaram uma data para que estivéssemos lá. Seria uma sexta-feira e teríamos que estar lá as 10h da manhã.

No tal dia, estávamos lá. Nunca estivéramos antes no consulado, então tratamos de chegar cedo. Ao chegar lá, nos deparamos com uma sala com cadeiras, um balcão envidraçado e uma máquina de senhas! Depois de quase 2 anos aqui, dar de cara com aquilo era no mínimo… inusitado. Bom, pegamos a próxima senha e esperamos. Não lembro o número agora, mas era algo como se tivéssemos pego o 22 e ainda estavam atendendo o 8 e, a julgar pela demora de chamar o próximo número, aquilo ia demorar muito ainda. Mas, como macaco velho que sou, resolvi dar uma de curioso e fui conversar com o funcionário atrás do vidro.

- Oi. A gente entrou em contato com vocês pra fazer uma procuração. Falamos com e fomos informados que bastava vir aqui hoje e pegá-la. Estamos com a senha 22.

- Nããããããããão. A senha é só pra quem está pedindo visto. Bastava você vir aqui e falar com a gente.

Ao olhar ao redor, não vi placa ou papel ou bilhete ou qualquer outra coisa dizendo que a senha era só pra vistos, mas tudo bem. Foi a primeira vez que me senti idiota no dia.

- Ahm, ok então. E a procuração tá pronta ?

- Quando vocês vieram aqui ?

- ahm, a gente tá vindo hoje. Conversamos com a por e-mail e ela nos informou que bastava que enviássemos os documentos por e-mail e que trouxéssemos os originais aqui hoje, assinar o livro e ponto final.

- Nãããããããããããããão. A gente não faz isso, não. A gente vai fazer isso agora e daqui a 5 dias a gente entrega pra vocês.

Depois do sangue subir à cabeça e quase destruir meus vasos, de me sentir idiota pela segunda vez no dia e quase ter um AVC, resolvi perguntar com moderação ao rapazinho.

- Viu, tem como a gente falar com a?

- Só um pouco. Eu vou ver se ela pode atender vocês.

Eis que chega a e nos diz que deve ter acontecido um mal-entendido e que a nossa procuração já estava pronta, bastando que o “Ministro” a assinasse. Pediu que esperássemos um pouco e que já voltaria a falar conosco.

Pausa pra reflexão: Alguém com conhecimento consular ou jurídico ou qualquer coisa parecida poderia me dizer que o cônsul tem o título de ministro ou algo parecido pra que a o chamasse assim ?

Apesar da procuração já “estar pronta”, só depois de uma hora esperando ela volta a nos chamar na janela com a folha da procuração impressa e pede que validássemos o que estava escrito. Texto revisado, estávamos satisfeitos pois ainda nem era meio-dia e voltaríamos para Québec a tempo de descansar.  Ledo engano. Ela nos informa que o “ministro” saíra para almoçar e que estaria de volta somente as 15h30 mas que seria melhor que chegássemos as 16h pois as vezes ele demorava no almoço (QUATRO HORAS DE ALMOÇO!?).

Sem muita opção e com cara de idiota pela terceira fez no dia, saímos pra almoçar ali perto. Mesmo que quiséssemos não tinha como ficar no consulado já que este fechava durante o almoço.

Quatro horas depois, chegamos pontualmente as 16h e fomos direto no guichê. Pedimos pela , que chega com cara de desesperada pra dizer que ela já entregaria a procuração ao “ministro” pois agora ele estava ocupado. Cinco horas da tarde, depois de ter o saco quase consumido por um dia perdido, ainda dava tempo de ser feito de idiota uma vez pelo funcionário do consulado. Ao perguntar se demoraria muito que a voltasse com nossa procuração assinada, o rapazinho se volta pra mim e disse:

- Olha, se eu fosse você ficava bem tranqüilo porque a só está fazendo isso pra vocês porque ela é tua amiga.

Agora sim, com o sangue causando múltiplos rompimentos de capilares , eu querendo quebrar aquelo vidro e esmagar a cabeça do espertalhão do outro lado vidro só pude me distanciar e ir respirar bem longe dali. Só não acabei xingando ninguém porque momentos depois chega a com a procuração assinada pelo cônsul como precisávamos.

Moral da história. O que eu posso dizer sobre rendez-vous. Eles são um mal necessário. Pelo menos, você pode se programar pra fazer as coisas, não precisa ficar como um palhaço a mercê dos outros, principalmente do consulado brasileiro.



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28/04/2010, Festival de Verão 2010 »»

Entre várias razões que nos fizeram escolher o Canadá para morar estava a possibilidade de assistir a grandes shows de bandas e artistas que a gente curte e que no Brasil pagaria uma fortuna pra ver ou iria ver o osso branquear de tanto esperar por eles. Mas, em especial, tem duas coisas que eu sonhava ver quando viesse ao Canadá: o GP de Montréal de Formula 1 e um show do Rush. E chegou a hora disso acontecer!!!

Todo ano, durante o Verão, no Québec inteiro brotam festivais de todos os tipos. Tem o festival de Jazz de Montréal, o Festival das Nações em Sherbrooke e aqui na capital, tem o Festival de Verão.  São 11 dias de shows e espetáculos que transformam a rotina da cidade. Chegamos em agosto de 2008 aqui e acabamos perdendo o evento que acontece em julho. Ano passado também não conseguimos ir e acabamos sem ver Placido Domingo, Sting e Kiss. Sabe o que vai ter este ano ?

rammstein rush-2010 santana-2010 iron-north-america-2010 jimmy-cliff-2010 black-eyed-peas-2010

É isso mesmo! Olhem só a lista do que vem por aí!

  1. John Butler Trio (08/07)
  2. Apocalyptica & Rammstein (18/07)
  3. Iron Maiden & Dream Theater (09/07)
  4. Santana (13/07)
  5. Black Eyed Peas (16/07)
  6. Jimmy Cliff (17/07)
  7. RUSH!!!!!! (15/07)

E isso são só os caras que EU conheço e quero ir assistir. Tem ainda uma montueira de artistas daqui que eu não conheço mas também não vou perder a chance de assistir. O lado mais bacana de tudo isso? O preço! 44$ já com impostos pra assistir a todos os shows! E a gente ainda pode contar com a estrutura montada que é coisa fenomenal. Linhas de ônibus operando durante todo o tempo, com reforço de frota e carros a cada 15 minutos e policiamento constante.

Mapa do Festival de Verão

Tem shows pela cidade inteira!

Os eventos principais acontecem na Plaines d’Abraham, ondem também acontecem as principais atrações do Carnaval de Inverno. A estrutura, bom, não tem nem o que comentar. É tudo muito bem feito e organizado. Os passes que compramos são pulseiras com chips embutidos (RFID) que permitem o controle e tráfego do pessoal. A entrada é gratuita para crianças até 12 anos acompanhadas de um responsável. E,  se você tem dúvida se dá pra levar as crianças em shows como esses, não precisa nem perguntar. É CLARO que vamos levar o moleque pra assistir ao menos ao Rush, pra que ele conheça de perto o que é Rock’n Roll!

Pra moçada que está por aqui por estes lados ou que está programando estar por aqui nesta época, sugiro ficar antenado. Compramos nossos ingressos hojes nas lojas dos mercados Metro. A venda pela Internet começa a ser feita dia 1o de maio as 10h da manhã, horário daqui. São apenas 60,000 ingressos e deve acabar logo. Hoje pela manhã, quando pegava carona com a Márcia pra ir trabalhar, passamos na frente de vários Metros e todos já tinham fila, as 8h da manhã!



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Para Refletir
"O preço que os bons homens pagam pela indiferença pelas questões sociais é serem governados por homens maus. (Platão)"