| Como se já não bastassem os chineses e os indianos, lá vem os Vietnamitas |
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Depois da tendência das empresas de realizar offshoring em regiões como China e Índia, o mundo de IT descobriu o Vietnã como opção de terceirização também. E onde ficam os brasileiros? Nos últimos dez anos o mercado de IT tem descoberto as facilidades do offshore como opção de diminuir custos e profissionalizar as atividades de suporte e desenvolvimento. Países como a Índia e a China tornaram-se referência para busca de empresas desse ramo, inclusive chegando ao ponto de influenciar a própria cultura do país. Na Índia, por exemplo, o inglês tornou-se idioma primário em muitas escolas; na China o governo oficializou a obrigatoriedade da aprendizagem do idioma também. Chegou a vez do Vietnã também. Recentemente a Harvey Nash, companhia de recrutamento e alocação de pessoal, adquiriu a SilkRoad, empresa de recrutamento localizada em Ho Chi Minh, pelo valor de U$ 1,8 milhões. Harvey Nash comenta o fato que o Vietnã têm a segunda maior taxa de crescimento do produto interno bruto depois da China e atualmente é o terceiro maior destino das empresas de offshore o sudeste asiático. O mercado vietnamita conta com 80.000 profissionais de TI, com um crescimento de aproximadamente 9.000 novos formandos por ano. Mais da metade da população do Vietnã tem menos de 25 anos e 83% dos profissionais formados são de áreas relacionadas à ciência. Apesar disso, os números do Vietnã são modestos pertos da China e da Índia, cada qual com uma média de 2,5 milhões de formandos por ano. De acordo com Mark Kobayashi-Hillary, co-autor do livro Global Services: Moving to a Level Playing Field, "Deveria haver um crescimento inacreditável quanto ao mercado vietnamita. Contudo, isso não tem a ver com um país competindo com outro. Nós estamos movendo nossa estrutura de serviços para uma escala global e cada vez mais essa fatia tem crescido." Segundo Mark Voss, CEO da SilkRoad, "o Vietnã é um ponto de offshore natural e tem todos os ingredientes para tornar-se uma escolha principal do mercado dentro dos próximos anos". Entre as companhias que já possuem serviços de outsource de TI no Vietnã estão a Honda Motor e a Intel. |
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24/11/2008,
ô zééééé
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As vezes os quadrinhos mostram como a gente é trouxa. Principalmente quando a gente faz um papel como o do Zé. Leia mais... |
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20/11/2008,
Coisas do cotidiano do Québec
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Três meses aqui já dá pra ter uma boa referência de como é viver por aqui. Não dá pra conhecer a fundo, mas já é tempo suficiente pra plantar e colher cogumelos. Enfim, a Márcia já fez isso antes e agora me sobrou um tempo fazer eu também. Vou colocar algumas coisas curiosas que notei por aqui:
É isso por enquanto. Tem mais coisas mas eu preciso trabalhar agora =) Eu conto mais coisas à medida que for lembrando. Leia mais... |
24/10/2008,
Québec e o mercado financeiro mundial
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Tá perdido sobre o mercado também?
Semana passada alguém me enviou um e-mail perguntando sobre a atual situação financeira do Québec com relação aos efeitos causados por conta da crise financeira nos E.U. Bom, o e-mail rendeu frutos e ficou bem longo. Achei interessante copiá-lo aqui porque pode ser útil para outras pessoas. Só lembrando, as coisas que escrevi aqui são resultado de pesquisas e leituras. Não sou especialista em economia nem nada afim, mas gosto do assunto e procuro ficar informado. Se alguém tiver informações/opiniões diferentes, respondam porque o assunto é interessante e bem diversificado. Como está o mercado do Québec em relação aos problemas da crise financeira mundial? Por aqui tudo anda tranquilo, até demais na verdade. O Québec sofreu sim com a c*gada dos E.-U., mas não teve grande impacto na sociedade. As três indústrias mais afetadas são a florestal, a aeroespacial e minérios (inclua nesse último a Vale do Rio Doce que entrou na hora errada por aqui). Fiquei sabendo recentemente também que o mercado petrolífero também entrou no grupo dos que apanharam bastante com isso, mas não tenho detalhes da situação. O principal aspecto que afetou as três primeiras indústrias é o fato de que o principal mercado era o estadosunidense. Contudo, mesmo com esse aspecto, o país luta para que os efeitos sejam salvaguardados pelo Governo a ponto de proteger as instituições bancárias. As pessoas esperam as conclusões das últimas eleições provinciais com otimismo. Pra te ser bem honesto não tenho acompanhado muito de perto esta parte (política), por isso não sei te dizer ao certo como está por aqui, mas só vejo o (Stephen) Harper sempre falando que tudo está indo bem (parece até o Lula falando do Brasil ser o paraíso e que nunca vai ser afetado por crise nenhuma). Não dá pra te dizer ao certo o impacto dos preços nessa época do ano, principalmente porque no inverno boa parte dos alimentos fica mais caro. Por outro lado, o combustível tem baixado bastante ultimamente. Alguns amigos insistem em dizer que isso acontece todos os anos porque, como no inverno as pessoas usam mais carro o Governo tenta forçar a baixa dos preços no sentido de favorecer a população, mas eu discordo um pouco. Acredito que isso é reflexo do retorno do valor do barril de petróleo no mercado internacional para um valor próximo ao que era praticado antes da última alta desgovernada de preços. Mercado de trabalho ainda continua aquecido. Do nosso lado (IT) sempre tem vagas pra gente especializada. Por chegar próximo ao final do ano, comércio também tem contratado bastante. Todas as semanas eu vejo anúncios novos para trabalhos temporários, mas isso deve esfriar (metafórica e meteorologicamente falando) até depois do Natal, voltando a esquentar de novo (agora só to falando do Mercado, nada do clima) por Fevereiro. E o mercado de trabalho? Sobre emprego, tem bastante coisa mesmo. Programador então, é só dizer que você programa que tem emprego, sem exageros. Claro, francês é importante, importante mesmo. Em Montreal já ouvi dizer que atualmente nem é tão importante assim, basta você ter inglês suficiente para conversação que já consegue ser empregado. Isso muda quando você vai pra outras cidades, tipo Québec (onde estou eu e minha família). Claro, tudo isso é relativo. Por aqui isso é exigência porque 90% das empresas trabalham para o Governo provincial, o que implica em ter uma boa conversação e (dependendo da sua função) escrita e técnicas de negociação também. Mas isso pode ser relativo mesmo, vai depender da empresa onde você pretende trabalhar. Opinião pessoal: estude francês. Se você vier para uma cidade onde isso é fortemente exigido, você já está garantido. Senão, francês (e inglês) SEMPRE é um diferencial para a contratação. A área de infra-estrutura também tem bastante coisa. Ao contrário do que acontece no Brasil, o governo prefere tecnologias proprietárias (Microsoft, Oracle, IBM, etc), enquanto que (algumas, não todas) empresas privadas se arriscam em tecnologias OpenSource (Linux e afins). Se eu tivesse que te indicar algo, diria pra se especializar em tecnologias Microsoft, Oracle e Java, tanto para infra-estrutura quanto para desenvolvimento. Isso sempre tem vaga por aqui. Se quiser ter uma idéia de salários, sugiro que você se cadastre no PayScale (http://www.payscale.com/) e monte seu perfil. As estimativas de lá são bem próximas da realidade, isso por experiência própria e com relatos de amigos que também trabalham na área. Leia mais... |
| Para Refletir |
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| "Roube ainda hoje! Amanhã pode ser ilegal. (Millôr Fernandes)" |