Você tem medo de alguma coisa?



Esse vídeo realmente me fez parar para pensar sobre como lidamos com nossos medos. Eu por exemplo sempre tive medo de altura. Um dia resolvi que tinha que perder isso de alguma maneira e logo. Achei uma solução muito interessante: comecei a escalar. Sim, escalada em rocha, pedra aberta e natureza. Hoje considero uma das melhores coisas da vida. Escalar.

Claro que a gente nunca realmente perde o medo, ele fica lá, no fundo, lembrando a gente que se fizermos alguma besteira algo de muito ruim vai acontecer também. Ou talvez seja apenas a voz da mãe da gente martelando as memórias da infância. Tanto faz, o fato é que o medo não é tão ruim quanto você imagina.

Você já viu um bebê panda espirrar? Não? Nem a mãe dele.



Essa eu tive que colocar aqui. A perplexidade da mamãe panda e ver seu rebento se escancarrar num belo espirro é fantástica. Lembrou até a primeira vez que ouvi meu filho falar dormindo.

Estava eu, sentado no sofá da sala, posição Al Bundy normal. Ao meu lado, o filhote, desmaiado de sono e aproveitando o “macio” do sofá da sala. De repente começo a ouvir o que parecem rosnados, mas nada mais era que o rapazinho de 3 anos (na época) reclamando de alguém ou alguma coisa com que sonhava.

De fato, falar dormindo é uma tradição da família, mas ninguém é melhor nisso que minha mãe. Impressionante a semelhança de um bêbado e alguém que se recusa a dormir enquanto luta sozinho contra o sono, enganando-se que realmente está assistindo alguma coisa na TV. Já experimentou arrastar o indivíduo (ou a indivídua) para a cama ou mandá-lo(a) dormir? É impossível! E na grande maioria das vezes ainda brigam com você dizendo que não estão dormindo! Em casa chamávamos esse fenômeno de ficar sentado dormindo com o controle remoto na mãe em frente à televisão de “Pálpebras Transparentes”. Talvez um dia a ciência descubra algo parecido, né mãe?

Tu-tu-tu-barão


Então, estou eu de volta à terrinha. Viagem curta e cansativa, mas, no fundo no fundo, foi bacana. A viagem.

Voltando do almoço, depois de dar uma volta no centro, me deparo com essa figura da criatividade de marketing. Isso, acreditem, é a propaganda de um relógio. Agora, qual a razão de colocar um tubarão nesse lugar? Aliás, alguém mais além de mim mesmo notou o sorriso no rosto do tubarão?

Tubarão Macho

Será o Alfredo?


Fui passear na farmácia. Comprar um remédio qualquer pra dor-de-cabeça. É impressionante a gama de produtos que se encontra nesses estabelecimentos hoje em dia. Talvez o mais difícil de encontrar seja realmente remédios, mas dá pra achar todo o resto.

Bom, como parte de material de higiene, encontramos fraldas, cotonetes, desodorantes e absorventes íntimos. Com tantas marcas é preciso realmente investir na diversidade. Mas, será que esses aqui não exageraram? O bonequinho só me lembrou o Alfredo, um mordomo que aparecia num comercial de papel higiênico de muito tempo atrás. O comercial era hilário. Era uma mensão e de muito longe se ouvia um chamado “Alfreeedoooo” e lá ia o mordomo levando um rolo de papel sobre uma bandeja prateada para a madame.

Então, será que eles esperam que o mesmo vai acontecer quando… ahm… você mulher estiver, ahmmm… sem absorvente na hora do aperto?

BRRRRR….

Será o Alfredo

Marcas de cerveja



Esta é outra maneira fantástica de demonstrar a criatividade. Como ex-bebedor, conheci muitas marcas de cerveja, algumas até que poderiam ser consideradas combustível pra caminhão. Mas, qualidade a parte, os nomes sempre foram um caso a parte. São tantos nomes, não apenas de cervejas mas de outras bebidas, que talvez um dia eu deva dedicar um tempo só pra catalogá-los.

De qualquer forma, esta é uma que encontrei no mercado esta semana. No mínimo criativa. Agora, qual é a intenção de quem vende isso, que você se torne uma ou que após a primeira você ache que qualquer mulher na sua frente é uma?

Coisas sinistras…

Cerveja Criativa

Coisas do Banheiro



As faculdades geralmente têm o hábito de influenciar seus alunos a desenvolver trabalhos diferentes, competir em modalidades quaisquer. Por vezes a gente acaba encontrando coisas boas, mas tem outras que simplesmente não dá pra entender.

Essa encontrei no banheiro do bloco de exatas da PUC PR. Há poucos meses atrás os vestíbulos passaram por reformas, voltando com novo visual e não mais com aquela aparência natural de um bloco de exatas (eca). Bom, parte da “remodelação” foi criada pelas turmas de arquitetura, nada mais natural pra economizar uma grana com arquitetos. Só não entendi que diabos são esses buracos entre as divisórias do mictório. Algumas idéias são:

  1. Pendurador de guarda-chuva
  2. Suporte pra deixar o cigarro enquanto se alivia
  3. Buraco pra quem tem síndrome de voyeur espiar o cara ao lado
  4. Uma razão totalmente abstrata vindo da mente vazia de um arquiteto

Qualquer que seja, a criatividade voa solta (NÃO QUERO SABER O QUE VOCÊ FARIA COM ISSO!)

Buraco no Banheiro

TI e prostituição



As semelhanças das duas vidas:

1. Você trabalha em horários estranhos
2. Te pagam para fazer o cliente feliz
3. Seu trabalho vai sempre além do expediente
4. Você é mais produtivo à noite e aos fins de semana
5. Você é recompensado por realizar as idéias mais absurdas do cliente
6. Seus amigos se distanciam de você e você só anda com outros iguais a você
7. Quando você vai ao encontro do cliente você precisa esta apresentável, mas quando você volta parece que saiu do inferno
8. O cliente sempre quer pagar menos e quer que você faça maravilhas
9. Quando te perguntam em que você trabalha você tem dificuldade para explicar
10. Se as coisas dão errado é sempre culpa sua
11.Todo dia você acorda e diz: NÃO VOU PASSAR O RESTO DOS MEUS DIAS FAZENDO ISSO

Química moderna


Sempre gostei de química. A maneira com que as substâncias interagem entre si sem necessariamente se fundir e as vezes gerando novos elementos sob determinadas condições de pressão e temperatura. Um dia quem sabe volto a me dedicar a esse estudo. Química…

Mas, tenho hábito de tomar chá enquanto trabalho. Faz parte do meu projeto “Beba água enquanto ainda existe”. Tá, chá não é exatamente água, mas quimicamente falando é seu principal componente, então tá valendo. Bom, pela praticidade resolvi começar a comprar esses chás engarrafados, que não são exatamente tão bons quanto os que a gente faz mesmo, mas quebram um galho.

O chá que estou tomando agora vem em diversos sabores (talvez pra disfarçar um pouco o gosto do chá verde depois do primeiro litro que você toma): limão, tangerina e abacaxi. Resolvi experimentar o de abacaxi esta semana. Realmente o gosto é bom mas algo na embalagem me chamou a atenção. Ao lado da embalagem, logo acima das informações nutricionais, havia a descrição do produto: “CHÁ VERDE COM ABACAXI SABOR HORTELÃ DE BAIXA CALORIA”.

abacaxi chá verde e hortelã

Será isso algum efeito da mistura ou são abacaxis transgênicos que já nascem com o sabor de hortelã? Bom, de qualquer forma espero que isso tenha sido um deslize da equipe de produtos, porque senão o que mais vai aparecer no mercado, alho sabor tomate?

Relógios MIDO


Parece até brincadeira, mas não é. Aliás, eu até imaginava que essa mercan em existia mesmo, mas já escutei diversas pessoas falando que conhecem o dito. Só o Slogan é que vai ter que ser um pouco mais pensado. Já pensou?

“Relógios MIDO. Porque, homem com MIDO é muito mais homem”

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Imagine se cheirasse bem


Bom, mesmo com a probabilidade ínfima de ganhar alguma coisa, a gente acaba arriscando na tal da loteria. E aqui então é uma festa. Descobri recentemente que existem mais de 8 tipos de jogos LEGALIZADOS apoiados pelo governo, que aliás é o grande dono dessa grana toda.

Como temos nosso projeto “TI Nunca Mais”, eu e mais cinco amigos apostamos toda semana em algumas dessas modalidades com a esperança de tirar a grande chance e, quem sabe, não precisar mais ficar na frente do computador pra ganhar dinheiro. Então, me deparei com uma placa interessante na lotérica onde sempre vamos. Sem dúvida deve ter sido obra de algum desocupado danificar a placa assim, mas de qualquer forma ficou com o significado no mínimo interessante.

Imagine se cheirasse bem


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