Ócio também é cultura

April 23, 2008

Wii x PS3

Filed under: Pérolas — Tags: , , , , — Masaru Hoshi @ 10:25 pm

Tá, não sou de ficar participando de flame wars, principalmente quando o assunto é tão delicado quanto tecnologia (e ainda mais video-games). Mas, como dono de um Wii e apaixonado pela jogabilidade do bicho, achei este comercial no mínimo sensacional. (além de muito bem bolado).

Claro que é uma cópia extremamente descarada daquele “Hello I’m a MAC / And I’m a PC”, mas nem por isso deixa de ser engraçado. “Have you ever heard about the Blue-Ray?!”

Hehehaehaeh. Hilário.

April 3, 2008

Numeração de vestuário

Filed under: Canada — Tags: , , , — Masaru Hoshi @ 10:25 am

Esse assunto sempre me pega, principalmente quando a gente procura alguma coisa online. A gente chega numa loja online, quer comprar alguma coisa em uma loja lá for e não sabe ao certo seu tamanho. Me deparei com esse problema quando fui comprar sapatos e roupas no Estados Unidos. A vendedora (quando tinha uma) te pergunta teu número. Imediatamente vem aquela idéia de: “pqp… Qual meu tamanho aqui?” e você já começa a fazer sinais com as mãos tentando explicar mais ou menos sua medida.

Bom, não se sinta mais um imbecil como eu. Depois de passar por essas várias vezes consegui catalogar alguns sites com esse tipo de informação. Coloquei os links na barra ao lado assim fica mais fácil pra quem precisar.

Ah sim! Lembrando que, calças nos Estados Unidos têm medidas um pouco diferentes das nossas. Além da cintura as calças tem também uma medida para comprimento das pernas. Isso é muito bom principalmente porque consideram que realmente tem gente alta e gorda e todas as outras variações. Só pra ilustrar o que eu quero dizer, vá em uma loja da Lee no Brasil. Eles tem milhões de variações diferentes exatamente porque seguem esse modelo.

April 2, 2008

Esse Bamerindus

Filed under: Pérolas — Tags: , , — Masaru Hoshi @ 2:27 pm

Esse BamerindusDez anos.

Esse é o tempo desde a última vez que fechei minha conta no Bamerindus (Atual HSBC). A razão do cancelamento? Bom, a história é longa, mas podemos resumir tudo isso à qualidade do atendimento desta instituição. Não vou dizer que gostava do banco mas servia para o que se prestava (a complexa função de guardar meu dinheiro).

Um belo dia, depois de vários anos correntista e sem nenhum episódio de inadimplência, resolvi que estava na hora de comprar um apartamento. Obviamente fui no meu banco, querido, recém-adquirido por um grande grupo multi-nacional. Não tinha o que dar errado.

BEEEEEEEEP! Errado. Pra começar eu e minha esposa (na época minha noiva) fomos tratados como dois vagabundos que pedem esmola dentro da agência, sem contar o desdem do atendimento da minha “gerente”. Aliás, esta já havia mudado tanto no decorrer dos últimos 6 meses que nem sabia mais se existia a função dela. Bom, pra piorar a situação, depois de muito mendigar, tivemos nosso financiamento negado. Diga-se de passagem, o mesmo financiamento que foi aprovado por um outro banco de um grupo espanhol que chegava ao país sem nem mesmo pestanejar. Após vários anos com esse banco, e trabalhando para o grupo HSBC, achei que era hora de dar as costas àquele rancor do passado e abraçar a mudança. “Bom”, pensei comigo mesmo, “10 anos é tempo suficiente para terem evoluído em relação ao atendimento e qualidade”.

Ledo engano… Vejam só a epopéia desta minha nova caminhada:

  1. Entro no site do banco e apresento meu interesse em ser correntista. 1 semana depois entram em contato comigo informando que seria visitado na semana seguinte.
  2. Na semana seguinte sou então atendido por uma agente de negócios do banco, que após conferir todos os documentos que havia me solicitado por telefone no nosso primeiro contato, informa que tudo está correto e que, no máximo até sexta-feira da mesma semana estaria com a conta aberta.
  3. Após 4 semanas de espera e vários telefonemas para a agência, sou então informado que minha conta estava aberta, mas não conforme eu havia solicitado. (Pedi um Big Mac e ganhei um X-Mico).
  4. Como queria que minha esposa também fosse titular da conta, entrei em contato com a agência para saber o que precisava para isso: “RG, CPF e comprovante de residência no nome dela com nome de casado são suficientes, senhor”. Fui na agência com minha esposa, com os documentos solicitados e descubro que também preciso levar a certidão de casamento.

O mais impressionante foi a conclusão desse episódio. 10 anos depois tenho o mesmo tipo de atendimento que tive quando fechei minha conta quando converso com a gerente-com-cara-de-estagiária que fica na recepção:

- Oi, queria colocar minha esposa como titular da conta.
- Pois não. Ela precisa trazer RG, CPF, comprovante de residência… e a certidão de casamento.
- Como? Mas da última vez que falei com vocês me informaram que apenas os três primeiros seriam suficientes. Inclusive perguntaram se ela já estava com o nome de casada.
- Não, mas precisa da certidão mesmo.
- Tudo bem. Tem como vocês irem até a unidade onde minha esposa trabalha e pegar esses documentos? (Minha esposa também trabalha no HSBC, só que na área de TI).
- O QUÊ!? A GENTE IR LÁ?! CLARO QUE NÃO! VOCÊS QUE TEM QUE VIR AQUI

1… 2… 3… 4… 5… 6… 7… 8… Depois de controlada minha fúria minha esposa me diz: “Deixa pra lá. Eu sabia que ia ser enrolado mesmo”, e deixamos para outro dia.

Moral da História: Quem disse que 10 anos é muito tempo para aprender com seus erros?

Moral da História 2: Errar é humano. Errar da segunda vez é gostar de ser trouxa.

Moral da História 3: Na era da informação nunca esqueça de andar com um gravador e uma câmera fotográfica.

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